Oi galera fazia tempos que não aparecíamos por aqui,mas estamos de volta,com novos assuntos,o que mandamos agora é a moda nos anos 70.
A discoteca tornou-se palco de todos os figurantes que
acreditavam no credo de Andy Warhol:
que cada um pode ser uma estrela por 15 minutos. No fim da décata, as mulheres tinham que se deitar no chão para conseguirem puxar o zíper dos Jeans. Os punks substituíram o love and peace pelo sex and violence, e tudo o que era natural uma artificialidade gritante.
Fora com o algodão, viva o plástico!
que cada um pode ser uma estrela por 15 minutos. No fim da décata, as mulheres tinham que se deitar no chão para conseguirem puxar o zíper dos Jeans. Os punks substituíram o love and peace pelo sex and violence, e tudo o que era natural uma artificialidade gritante.
Fora com o algodão, viva o plástico!
Os mais excêntricos são os punks, com cabelos com picos
pintadados de cor-de-laranja e piercings por todo o corpo.
No início dos anos
70, surgiu a onda glitter: a nova moda futurista, andrógina, metálica e espacial
sintetizada na figura camaleônica do roqueiro David Bowie.
O hedonismo dos festivais de rock ao ar livre, a celebração da vida alternativa, do amor livre, das drogas, do "flower power", foi cedendo espaço para a individualização, para o culto ao prazer e para o sexo casual em espaços fechados - as discotecas. Neste momento, Andy Wahrol proclama: "no futuro todos serão famosos por 15 minutos". Assim, cada um de nós, simples mortais, começamos a correr atrás dos nossos 15 minutos, "travolteando" nos embalos de sábado à noite.
Por outro lado, o rock progressivo com influência
da música erudita foi se afastando das raízes originais do estilo tornando-se
cada vez mais elaborado.
Em meados da década, porém, a superficialidade
disco e a afetação dos concertos orquestrais de rock começaram a incomodar os
inconformistas de plantão. A reação a este estado de coisas não demorou. E veio
com tudo: o movimento punk. Até hoje não se fez jus à verdadeira importância da
revolução punk, e sua contribuição cultural ainda não foi devidamente
considerada e reconhecida.
O punk foi simultaneamente a resposta à frivolidade disco, à ingenuidade hippie e ao rebuscamento do rock progressivo.
O punk foi simultaneamente a resposta à frivolidade disco, à ingenuidade hippie e ao rebuscamento do rock progressivo.
À dúvida dos anos 70, herdada dos 60, "ficar à
margem do sistema ou integrar-se ao sistema", os punks responderam: nem
uma coisa nem outra. A nova proposta era destruir o sistema, substituindo a
velha ordem hipócrita, injusta e desigual por uma sociedade mais verdadeira e
honesta.
Até hoje, a década é uma referência para os criadores de moda, que se inspiram nas múltiplas tendências dos anos 70: hippie, glitter, disco, punk e até a moda engajada, que, ironicamente, chegou a adotar o estilo militar nas roupas.
Moda atual inspirada nessa
época
Punk
Disco
Futurista
Estilista que se destacou
ZUZU ANGEL
A costureira que cresceu na
vida por sua criatividade, talento e legitimidade. A estilista que brilhou no
exterior por apresentar ao mundo a moda brasileira em seu estilo mais peculiar.
A mãe que lutou contra a ditadura em busca do corpo do filho desaparecido. A
mulher que inspirou uma das canções mais doces de Chico Buarque.
foi um ícone da moda nos anos 70. E também um símbolo da luta contra a ditadura no Brasil. Um misto de talento e coragem, onde os papéis de estilista e mãe se entrelaçavam de uma forma que despertava nas pessoas admiração e compaixão. Admiração pelo seu trabalho realmente significativo para a moda brasileira e compaixão pelo seu sofrimento que parecia não ter fim – e, no final das contas, realmente não teve. Pelo menos não o que Zuzu esperava.
Nos anos 70, Zuzu abriu sua loja em Ipanema. Com uma linguagem bem pessoal, criava peças que eram a cara do Brasil. Tanto que ela dizia “Eu sou a moda brasileira”. Em suas coleções reinavam misturas de tecidos, cores, estampas, pedrarias e tudo que tivesse um ar de brasilidade. Abusava do uso de chitas, rendas, sedas e fitas. Adorava tecidos com estampas de animais ou com temas regionalistas e folclóricos. Zuzu gostava de inovar, mas não se fazia de sofisticada. Não costurava apenas para a elite. Seu intuito também era vestir a mulher comum. A brasileira brejeira, como a Gabriela de Jorge Amado.
A moda Zuzu Angel era marcada por uma
feminilidade indescritível. Tudo que ela produzia tinha um quê de delicadeza,
um toque de tropicalicalismo e, obviamente, sua marca registrada, o logotipo do
Anjo.
Peças inspiradas no estilo de zuzu Angel
Dolcce e gabana
Bom é isso galerinha, até mais!! bju bju













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